Gatinho e duas gatinhas para adoção em Brasília

A tricolor e a gatinha da direita são fêmeas. O danadinho que está comendo é o macho. Já estão esterilizados e doidinhos para encontrar um lar! São bem peludinhos e lindos!
Finalmente, conseguimos capturar o gatinho que faltava do Trio Parada Dura! É um macho, que já foi devidamente esterilizado e está disponível para adoção. Como expliquei no outro post, essa turminha é arisca, mas nada que uma pessoa com paciência e jeitinho com os felinos não consiga mudar. Podem ser doados juntos ou separados em todo o DF. Contatos pelo e-mail isabellaneves@gmail.com
Adoção em São Paulo

aqui está o link para quem procura um amigão: http://blog.gatoca.com.br/2012/01/liquidacao.html
A chuva e o tédio
Como em vários outros locais do país, aqui em Brasília chove sem parar há muitos dias. Dias cinzentos e quintal molhado. Shiva e Guido estão entediados – e aí começam a inventar o que fazer. O osso do pernil já foi roído e não sobrou nem um pedaço para contar a história. Guido cansou de fugir da água fria e até perambula pela grama molhada – me dando um certo trabalho para secá-lo depois, lembrem-se de que ele ODEIA o secador de cabelo… Shiva dorme quase o dia todo, mas à noite está com gás total e quer brincar. Tadinha! Na chuva, sem chance! Marido pegou até um resfriado de tanto brincar com ela lá fora! Guido está cabeludo e usando pijamas em pleno verão. E eu estou ficando mofada e mais entediada que os dois juntos!
Ei, Sol, cadê você? Aparece!
De férias?
Nessa época de festas e de férias, nada melhor que aproveitar para encontrar a família e os amigos! Mas, e os cães? Além de aproveitar mais tempo com eles, é sempre bom lembrar que, quando vamos viajar, alguns cuidados precisam ser tomados para que nossos amigos peludos fiquem bem.
Tem gente que leva os cachorros para onde quer que vá. Se esse é seu caso, não esqueça de saber de antemão se no seu destino ele ficará bem acomodado, se a pousada ou hotel permite a presença de animais, ou ainda, se seu parente curte a companhia de cachorros… Isso é essencial para que você e seu bicho tenham uma boa estadia! Se for uma praia, atenção para os cuidados redobrados em recolher as fezes e não incomodar os outros turistas! Lembre também de levar uma toalha para seu amigão, pois ele precisará tomar uma “ducha” de água doce para retirar o sal e a areia dos pelos, evitando coceiras e alergias.
Eu sou da turma que não leva a cachorrada nas viagens. Shiva e Guido não curtem andar de carro e eu não confio em companhias aéreas em geral. Tenho um hotelzinho de confiança e, quando não há vagas, eles ficam em casa, aos cuidados de nossa amiga gateira. Para escolher um hotelzinho, é importante tomar alguns cuidados. O primeiro deles é estar com a vacinação do seu cão em dia. Se for um lugar sério, pedirão para ver a carteira de vacinas e só a partir daí ele poderá se tornar hóspede. Outra coisa importante é que ele esteja sem pulgas e carrapatos. Quando o responsável pelo hotelzinho me atendeu, inspecionou Shiva e Guido um mês antes da hospedagem para saber se poderia aceitá-los lá! Se houvesse algum sinal de parasitas, eles não poderiam ficar e isso me deixou muito tranquila, pois cuidados como esse evitam a disseminação de doenças entre os animais que ali ficarão. Procure saber quanto tempo do dia eles ficarão soltos e se terão contato com os outros hóspedes, além de inspecionar pessoalmente o canil ou área em que eles passarão a maior parte do tempo. Observe se bate sol, se há espaço suficiente para que o animal se movimente com conforto, se é ventilado. Por último, leve além da ração e das vasilhas, os brinquedinhos favoritos e a cama do bichinho.
Lá em casa, levar essas coisas significa carregar um estrado de madeira enorme e pesado, além do travesseiro do Guido, panelas de metal pesadas da Shiva e um sem fim de ossos meio roídos. Não é moleza, mas vale à pena. Todas as vezes que ficaram lá, voltaram tranquilos, felizes e sem nenhum parasita!
Muito importante é observar como os funcionários que lidam diretamente com os cães tratam os animais. Shiva e Guido adoram os tratadores, fazem festinha quando chegam e quando vão embora, pulam, lambem e demonstram gostar da companhia deles. É isso que me dá tranquilidade para viajar sem ter medo de que meus peludinhos estejam sofrendo.
E quando eles ficam em casa? Deixe uma lista com o que achar importante para quem for cuidar deles, lembre-se que isso pode ajudar – e muito – seu amigo ou parente que está lhe fazendo essa gentileza. Shiva e Guido comem rações diferentes e quantidades diferentes, sempre escrevo numa fita crepe o nome e a quantidade que cada um come e grudo no pacote de ração. Parece bobagem, mas quem está cuidando deles em minha ausência não tem obrigação de lembrar disso. O mesmo vale para pequenas manias que seu cachorro possa ter. Guido, por exemplo, é hipocondríaco, não pode ver um frasco que derruba e come tudo que tiver dentro, principalmente se foi um remédio. Dar comprimidos para ele é fácil até demais. Já a Shiva precisa ser enganada, o remédio deve vir camuflado num pedaço de pão ou carne. E se ela cuspir, o Guido corre para pegar! Não se esqueça de colocar na lista o que fazer em caso de fogos, muitos cães sofrem com o medo e cada dono tem lá sua maneira de acalmar o bichinho. A Cinira tinha quase um “quarto do pânico”, era começar o foguetório e ela ficava trancada na área de serviço, sem chance de fugas! Deixe anotado na mesma listinha o telefone do veterinário do seu bicho e um telefone de emergência para falar com você em caso de necessidade. Assim, se algo ocorrer, seu amigo não vai perder tempo procurando números de telefone.
De resto, é aproveitar as férias e reservar um tempinho para aproveitá-las com seu cachorro também!
E você? O que faz quando precisa viajar? É sempre bom trocarmos figurinhas sobre isso!
Projeto Voluntário Dias de Cão – gatinhos ariscos
Estamos alimentando e monitorando essa turminha há pelo menos 3 meses. Duas fêmeas conseguimos capturar e esterilizar, falta ainda o terceiro, que não sabemos o sexo. Tivemos que soltá-las de volta na área em que vivem, pois são muito ariscas e estávamos sem ter onde abrigar os demais que estamos capturando e esterilizando.

Esse é o trio parada dura. A tricolor e a da direita são fêmeas e já estão esterilizadas. O gatinho da esquerda está nos dando um baile, mas logo, logo, conseguiremos capturá-lo!
Sabemos da dificuldade em doar até mesmo gatos mansinhos, mas vamos tentar conseguir donos responsáveis para essas meninas ariscas. O melhor seria se os interessados já tivessem experiência – e paciência! – com felinos, pois precisarão de tempo até aprenderem a confiar nas pessoas. Interessados podem escrever para isabellaneves@gmail.com ou deixarem mensagens nesse post. Estão disponíveis para Brasília e outras cidades do DF.
Domingo é dia de banho, bebê!
Eis o que espera Shiva e Guido – claro, se a chuva deixar!
Aproveitem o final de semana com seus cães!!!
Entendeu? Ou quer que desenhe?
Desde que as redes sociais passaram a fazer parte da minha vida – do falecido Orkut ao Facebook, passando pelo Blogblogs e Twitter – acompanho notícias, posts e tudo mais que tenha a ver com animais, cães, gatos, passarinhos e muitos outros assuntos que não vêm ao caso nesse texto. Gosto de ler e de saber o que as pessoas pensam sobre diversos assuntos. Não tenho problema em lidar com as diferentes opiniões, afinal, é isso que me encanta na raça humana, a capacidade infinita de surpreender e de dar asas à criatividade.
Tanta diversidade levou o homem a criar leis que definem o que é permitido ou não no convívio social, pois alguns extrapolam e se dão ao direito de invadir o espaço do outro, inclusive de maneira violenta, agredindo, cometendo crimes e até matando. Essa é a face mais cruel da humanidade e que também parece ter infinitas formas de se manifestar. Infelizmente.
Ultimamente, percebo que nem todo mundo convive bem com o jeito que cada um tem de pensar. E daí a necessidade desse post surgiu. Há uma insistência de Ongs, pessoas bem intencionadas – e outras nem tanto – em tratar do tema dos maus tratos aos animais. Acho importante que alguém se ocupe disso, afinal, os psicopatas estão aí e, primeiro, desenvolvem sua crueldade contra os mais fracos e os que não têm voz. Cães e gatos são as vítimas preferenciais e, não raro, ainda é tolerado socialmente, só dando problema quando atacam os da mesma espécie. Meu jeito de protestar contra isso é assinar petições, participar de manifestações e sempre que possível, contribuir com doações – do meu tempo ou do meu dinheiro – para quem está na linha de frente, “enxugando gelo”, como alguns gostam de dizer. Esta é a maneira que eu escolhi para participar e muitos me respeitam por isso.
Mas alguns insistem em ignorar ou desrespeitar minha escolha e enchem a Timeline do meu Twitter e do Facebook com fotos horripilantes de animais nas piores condições possíveis. Já pedi não sei quantas vezes para não fazerem isso, e ainda me respondem que o intuito é mesmo chocar para que as pessoas saiam da inércia.
Para essas pessoas, explico pela última vez: quem está na sua rede de contatos provavelmente já se importa com o tema e faz o que está a seu alcance para contribuir. Meu sensível coração de pudim (plagiando Beatriz do Gatoca) já sofre horrores em saber das notícias de maus tratos, não preciso VER para crer. E os possíveis adotantes de cães e gatos que ajudo a divulgar todos os dias acabam sendo afugentados por essas imagens horrorosas que poluem o Facebook. E vou além: quem deve ADORAR ver tudo isso publicado e republicado são os criminosos que se dão a trabalho sádico de registrar seus crimes e lançar na rede, pra saber qual o nível de popularidade que conquistam com seu show de horrores.
Quer publicar fotos de maus tratos? Publique, é um direito seu. E é meu direito bloquear você da minha rede e ignorar seus apelos para que eu o adicione de novo. Entendeu? Ou quer que desenhe?




